sexta-feira, 19 de julho de 2013

Soneto de Missiva

Meu coração um dia soltou amarras,
E largou-se à imensidão do amor
Nos teus arrecifes mão de correnteza se agarrara
Colorindo o oceâno com corais de dor.

Meu coração mão que segura boia do mar,
Choro de pássaro, céu de primavera, obstáculo,
Tenta o caminho à espera de alguém sinalizar
Joga seus ramos, sua algas, seu braço-tentáculo.

Penso que as calmarias deste infinito não tornaram são
Aqueles que a eles foram réles à miopia do ser,
E que puxam velas na esperança do centímetro vão

Plantas, à minha volta, ao meu futuro hão de crescer
Dados os braços voltamos atados em amarras de coração,
Ao escrever tal missiva havemos de juntos florescer.



3 comentários:

Anônimo disse...

Cuentista...

Anônimo disse...

Llevas dos años despidiendote....y lo q es peor....acosandome....vete yaaaa

Anônimo disse...

Pasa del subsuelo a las alturas...desde arriba se la ve mas grande?...