segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Caminhos

Ah! Meus caminhos...
Trilhei algum? Não sei...                                                        
São caminhos que nos trilham
Será que os trilhei?
Trilhei por escarpas da morte
Trilhei?
Por trilhas cobertas de folhas
Onde tristezas e sortes
Se escondiam -  trilhei?
Andei por versos inusitados
Todos dentro de mim
Trilhei-os trancados
Por palhaços querubins
Andei por tudo que andei
Labirintos de sonhos
Desertos que amei...
Caminhos são por si só caminhos
Seguem sem rumo ou lei
Caminhos são egocêntricos e independentes
Fui trilhado e não sei....?
Ah!... meus caminhos incoerentes....
Jamais saberei.






5 comentários:

claudia cristina tonelli disse...

Bonito. Sempre bonitos os seus poemas e as histórias que eles guardam-ainda que inundadas de tristeza. Bonito mesmo.

Alan Sommer disse...

É... Existe alegria absoluta, mas a felicidade é um pensamento.

Alan Sommer disse...

É como um exercício. Não é gratuita. Tem quem se esforça pra ter.

In retratos da alma disse...

Simplesmente belo doce poeta. beijos

claudia cristina tonelli disse...

Belo e triste. Não há necessariamente a ausência da beleza na tristeza. Simples assim.