sábado, 19 de maio de 2007

Y=X?

Hoje em dia eu vejo pessoas que procuram amor no sexo, e que quando querem sexo procuram no amor. Afinal, quem procura sexo vai encontrar sexo. Da mesma forma, o amor a gente encontra é no amor.

Que tendência é essa que o ser humano desenvolveu de procurar x no y, e y no x? Não seria essa uma fuga da realidade? Afinal quem deseja realidade deve procurá-la nunca no sonho, mas nela mesma.

Acho que as coisas andam tão difíceis hoje em dia, a luta diária, a busca por necessidades supérfluas, a dor de não alcançá-las acaba se confundindo com a dor de não alcançar o ideal romântico, seja qual ele for.

E penso que a razão disso tudo acaba sempre sendo uma razão de ordem econômica. Sempre bem escondida sob o véu do Lexotan.

3 comentários:

Gabriela Simionato Klein disse...

Oi Alan,

Vim retribuir a visita e agradecer o comentário. E quando te li, encontrei ressonância do meu texto sobre preconceito aqui nas suas indagações. O problema é que a gente vive com venda nos olhos, se engana e não encara a realidade. Aí é fácil tanto repetir os preconceitos que nos atingem quanto achar que X é igual a Y. Mas é tão difícil tirar as camadas de vendas e encarar o que há por baixo de tudo...

Guilherme.Sillva disse...

Oi Alan.

Valeu pela visita lá no blog. Sempre que quiser, apareça!

Ahhhh...nos dias contemporâneos está tudo muito complicado. Mas continuo achando que nós, seres humanos, que complicamos as coisas. É tudo tão fácil.
Abraço

Anônimo disse...

Se descobrir quem sou ganha um Lexotan! Voce me encanta!