quinta-feira, 3 de abril de 2014

A Aranha

Um algum lugar de copacabana havia um menino que morava sozinho num apartamento bem pequeno. Geralmente ele dormia bem cedo, mas em uma dessas noites seus olhinhos não conseguiam dormir,então ele se levantou da cama e foi até a cozinha virar uma dosezinha de uísque.

Quando na cozinha, ao pegar um copo, ele percebeu uma pequena aranha dependurada por apenas um fio de sua teia. A aranhazinha era bem pequenina mesmo e parecia flutuar frágil e estaticamente entre o armário de copos e a pia de granito negro.

O menino até que gostava de aranhazinhas, pois odiava mosquitos, e ele bem sabia que aranhas comem mosquitos. Porém, esta aranha lhe incomodou, por algum motivo, pensou ele, urgiu em querer livrar-se dela.

Só que o menino nunca havia feito mal a uma aranha, ou qualquer outro inseto que não fosse baratas ou mosquitos. Diz ele que esses merecem. Mas aranhas não. Admirava a beleza dos movimentos das perninhas, e sabia que aranhas teciam tramas de teias tão fortes quanto aço, e que sua armadilha podia ser pior que qualquer Lojas Americanas. Eram grandes comerciantes. 

Decidiu então pegar um copo e utilizá-lo para envolver a aranha sem machucá-la. A aranha se assustou e tentou içar-se ao teto mais próximo, mas o menino foi mais ágil e confinou-a ao copo finalmente tapando-o com papel.

O menino então levou o copo para fora do seu apartamento e suavemente livrou a aranha no chão do corredor, fora de seu pequeno apartamento.

Voltando para a cozinha ele finalmente resolveu encher o copo com um pouco de uísque. Assim o fez. Apenas não se deu conta de que a aranhazinha quando amedrontada lançou uma pequena gota de seu veneno no copo. Este veneno misturado ao uísque que o menino colocou no copo fê-lo dobrar de intensidade. 

Depois de tomar seu uísque o menino foi dormir. Ao pegar no sono sonhou, e neste sonho se viu andando com tamanha rapidez por um corredor empoeirado até chegar ao seu fim, onde bateu numa espécie de madeira que não era nada mais que a porta do elevador dos fundos.

Ouvindo um estranho barulho de engrenagens ele percebeu que algo havia se movido dentro daquele portal, e que subia em sua direção. Congelou-se como uma aranha faz, e esperou. A enorme porta abriu e passou por cima dele sem tocá-lo, visto que ele era realmente muito pequeno em relação a tudo ao seu redor. 

Foi quando de dentro do elevador saiu uma linda mulher, alta, loura, e com a maior bunda existente no mundo. É óbvio que ele não se deu conta disso, pois  que havia se transformado na aranhazinha. 

A mulher olhou para ele, gritou, e sem querer deixou cair uma garrafa de uísque, que se quebrou bem em cima dele.




2 comentários:

Anônimo disse...

....pero bueno!!!!....no tengo el culo tan grande!!!!...Grosso!

Anônimo disse...

ya no me creo nada...pero,,por si acaso,deje el whisky!!!...el tabaco...y las amarguras románticas....y viva!!!!..olvidese de la coxas manchadas,,,y de mi.