terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Vida

Posso brilhar à vontade, não faz mal
Por que meu caminho será comprido
Um centímetro será como o infinito
E assim parecerá até chegar ao final.

Sou uma gota em forma de vida!
Sou como vidro mole, quente, escorrendo
Pelas arestas do caminho vou descendo
Driblo pedrinhas, sigo a trilha.

Vou de acordo com os sulcos
Sempre descendo pelas frestas
Me moldando aos ventos.

Vou me perdendo pelos halos
Parte do meu corpo deixo nas brisas
Outra parte pelos ralos.




2 comentários:

Kasô disse...

Belo!

Mariseven Zanon disse...

Muito legal! Gostei!
um beijo...***