sábado, 16 de junho de 2012

Dez versos em vão

Nunca estive em caminhos
Nunca me entreguei ao sabor das ondas
Nunca trilhei as terras de alento
Nunca cantei montanhas de vento
Nunca amei o infinito coração, porquê...

Caminhos eu fui
Ondas me entregaram
Fui trilha, terra, e arado
Ventos me cantaram de montanhas
Fui coração infinito sem ser amado


2 comentários:

Meu Jardim disse...

Nossa...
Vale a pena insistir!
"O amor Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba."
(1º Cor. 13:4-8)
Lindo poema.
beijos de paz querido.

Alan Sommer disse...

O amor é uma doença psicológica.