terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

As Cores da Mágoa

Sofre o meu peito dores                            
Por ter que possuí-las
Assim como suas cores
Pois dentre elas
Mágoas podem ser verdes
Ao mesmo tempo amarelas
Podem ser tardes
Mágoas aquarelas
Quando dentro possuis
Enxames de velas
Nublam-se mágoas azuis
Por fim, lagrimas de cetim
Cobrem como pus
A mágoa carmesim
Que queima em pele branda
E invade o que resta de mim
Numa mágoa apagada e branca


2 Desentupiram!:

In retratos da alma disse...

que poema lindo, profundo,encantador.

belo,simplesmente belo doce poeta.


beijos e carinhos meus


Gislaine

claudia cristina tonelli disse...

Persista seu olhar caramelo a fitar novos horizontes de aquarela.
Beijos e meu carinho, com a gratidão pelas cores que um dia avistamos em dias compartilhados, idos e guardados no melhor canto de mim. Te amo, meu eterno poeta, dos doces acordes e cítricas palavras pintadas com alma...