segunda-feira, 6 de junho de 2011

Poeminha Noctâmbulo

Gosto dela
A minha flor amarela
Que é vermelha
Nem sempre é o que se espera
Mas é sempre o que eu quero
Segue-se a estrada
Que nos leva a lugar nenhum
Mas sempre chegamos ao final
E nos damos conta
De que não há estrada alguma
E o fim é bom
Mesmo quando é ruim
Pode ser duro como ínox
Mas é feito de algodão
O que temos nas mãos
Não é um passarinho
Nem são dois
O que temos nas mãos
É sempre o que queremos
E apenas o que nos pertence
É o que nunca podemos perder
Jamais
E para sempre
Amém

(PS: Um homem alcança a Lua quando a vê.)


Um comentário:

claudia disse...

E abraça a lua com os olhos...lindo!