quinta-feira, 17 de maio de 2007

Prisão Domiciliar

Alô, amigos. Essa é a minha primeira postagem nesta continuação do meu blog primeiro e único, Desentupidor Cultural. Esta é a segunda versão, pois a primeira se encontra trancada nos meandros virtuais, devido ao meu esquecimento: da senha e do login. Isso mesmo. Depois de tanto tempo sem postar no blog eu finalmente esqueci como se entra no meu próprio blog. Óbviamente a Google (que adquiriu o serviço do provedor Blogspot) não me ajudou em nada, e tem todo o direito a isso, pois o erro foi meu. Eu não lembro nada mesmo.

E pra começar bem, já falando em prisão virtual, neste exato momento são nove e vinte da manhã. Eu passei a noite na esbórnia, mas uma esbórnia tranquila no Letras e Expressões do Leblon, conversando com amigos, comemorando um inusitado aniversário de uma loura inusitada, comendo bolo, bebendo meu mate Leão e falando nadas-com-nadas. Mas neste exato momento eu me encontro trancafiado no apartamento onde moro, porque o povo que mora comigo saiu, trancou a porta do corredor (É, isso existe!), e minha chave e o meu celular ficaram privados de mim, na cozinha.

Disso tiro algumas conclusões: Sou um pouco pouco cuidadoso. Os que me deixaram aqui também o são, mas nem tanto. A liberdade é uma merda quando não se a tem. A liberdade é ótima. As portas são mesmo feitas pra serem portas. Uma fechadura, por mais simples e ridícula que seja não deve ser ridícula pro chaveiro. Clips de arame não servem pra nada. A impossibilidade é feita de gesso. Ficar preso em casa só é bom quando a gente quer.

Portanto eu preso aqui, e meu velho blog preso, não seremos esquecidos.

O blog continua aqui e agora!

Quanto a mim, esperarei pacientemente alguém vir me tirar daqui. (E ainda bem que não moro num andar alto.)

Um comentário:

Anônimo disse...

necessario verificar:)